E Por fim decidiram se separar por hora, enquanto seguiam passagem
por o que mais parecia um calabouço ficaram de guarda o “Elfo
Vion, Clérigo de Tenebra”, o “Elfo Mirrael, seguidor da
Deusa da magia Wyna” e o “Druida Malfurion” a espera
de algo, e não demorou para o ocorrido...
Já seguindo passagem por o que agora mais parecia uma mina o Anão
Arduin Ronnin, o Orc “Greed” e o Elfo “Robin”
deparam-se com uma abertura por aqueles tuneis estreitos com algo
peculiar, o que os chamara atenção era a o tamanho do que eles
imaginaram ser a pata de uma aranha que obstruía toda a passagem,
então se ouviu:
- Elfo – com um tom de grito dizia o Anão – chame os outros!!!
- Mas tem um “negocio” ali na porta – Insistia o Elfo.
- Eeeelfo – Retrucou o Anão – Chame os outros!
- Mas... – Antes mesmo que encontrasse palavras para se explicar o Anão voltou a dizer.
- EEEEEEEEEEELFO!!!
- Tá, tá, tá... – E como um solstício de inverno o Elfo some sem deixar rastros no ar.
- Elfo – com um tom de grito dizia o Anão – chame os outros!!!
- Mas tem um “negocio” ali na porta – Insistia o Elfo.
- Eeeelfo – Retrucou o Anão – Chame os outros!
- Mas... – Antes mesmo que encontrasse palavras para se explicar o Anão voltou a dizer.
- EEEEEEEEEEELFO!!!
- Tá, tá, tá... – E como um solstício de inverno o Elfo some sem deixar rastros no ar.
- O Anão
disse... A passagem... Aí deu tudo... E... E... E...
Não se precisava mais explicações, a terra começou a tremer e
logo os quatro saíram do recinto vendo a tudo começar a desmoronar
diante seus olhos. Toda a fazenda afundara junto com as plantações
e antes mesmo que pudessem ser engolidos pelos destroços:
-
Que
tudo se conceda pela magia. Que toda vontade se faça por tua
vontade. Transporte de LUZ – já finalizando com as
palavras o jovem Elfo Mihael gesticula e uma onda de luz toma forma
de um globo envolvendo aqueles que estavam ali contando com a sorte
para fugir do que se parecia impossível. Então olhando já de
dentro do globo, os quatro membros viram sair dos escombros o que
parecia ser ainda mais milagroso, o Anão e o Orc se espremendo por
rochas que continuavam a deslizar, e com uma velocidade extrema o
globo de luz desceu até onde os dois estavam em busca de alcança-los
e traze-los para dentro do globo onde estariam mais seguros.
Aparentemente
protegidos no globo flutuante de luz, agora todos juntos, viram do
que se tratava o terremoto e todo o deslizamento do que antes era a
fazenda. Agora com forma gingante, uma aranha tomava de conta de toda
a extensão de terra que “Eles” haviam vindo buscar informações.
A dimensão da criatura ia até onde os olhos poderiam enxergar e
suas patas que agora estariam por fim toda de fora da terra
alcançaria onde eles estavam em questão de tempo, viram que ali já
não era o lugar seguro e nem mais o mais sensato lugar para se ficar
próximo. Foi quando o Druida disse:
- Essa Criatura
não é para gente, temos de ir o mais rápido possível – Falou
com um ar de assustado sem tirar os olhos do que vira a sua frente.
- Devemos nos afastar – Falou com a voz tremula o Clérigo que por mais obscuras intenções tivesse naquele momento parecia mais um feixe de luz de tão pálido que se encontrava.
- Devemos nos afastar – Falou com a voz tremula o Clérigo que por mais obscuras intenções tivesse naquele momento parecia mais um feixe de luz de tão pálido que se encontrava.
Antes que
qualquer um pudesse dá mais uma opinião, ouviram:
- Vamos atacar!!!
– Ao mesmo tempo já com o Martelo e o Machado em mãos o Orc e o
Anão se entreolharam e sorriram.
- Eu acho que consigo matar ela aqui de cima – Falou o Elfo já com uma ou duas flechas em punho de seu arco e sorriu.
- Vocês acham mesmo que podem? – Virou Mihael a perguntar olhando para os três.
- Vocês só podem está loucos se acham que podem enfrentar uma criatura dessas. Devemos fugir ou iremos todos morrer, não farei parte dessa insanidade – Disse o Clérigo.
- Não seguirei para a morte junto de vocês se é o que desejam – O Druida se pronunciou – Seguirei com o Clérigo, aquele que desejar viver que nos siga.
- Se desejam mesmo ir, que vão, ficaremos aqui e desviaremos essa criatura da cidade – O Anão já virando para o jovem Mihael acenou com a cabeça como que dissesse “ponha-nos no chão”.
- Eu acho que consigo matar ela aqui de cima – Falou o Elfo já com uma ou duas flechas em punho de seu arco e sorriu.
- Vocês acham mesmo que podem? – Virou Mihael a perguntar olhando para os três.
- Vocês só podem está loucos se acham que podem enfrentar uma criatura dessas. Devemos fugir ou iremos todos morrer, não farei parte dessa insanidade – Disse o Clérigo.
- Não seguirei para a morte junto de vocês se é o que desejam – O Druida se pronunciou – Seguirei com o Clérigo, aquele que desejar viver que nos siga.
- Se desejam mesmo ir, que vão, ficaremos aqui e desviaremos essa criatura da cidade – O Anão já virando para o jovem Mihael acenou com a cabeça como que dissesse “ponha-nos no chão”.
Todos já
decididos de suas atitudes colocaram os pés no chão. Já de costas
um para o outro o Anão e o Clérigo se entreolharam e com um olhar de
despedida seguiram seus caminhos.
Um
estrondo separou o calmo e sereno luar para o que mais tarde se
tornaria a maior batalha que já vivera em suas vidas. Um ar de temor
tomou conta de suas faces, todos os que haviam ficado sabiam que ali
poderia ser a ultima vez que lutariam juntos, e que se sobrevivessem
nem todos sairiam como haviam entrado. Um grito quebrou o silencio e
o gelo de seus movimentos, o Elfo tomou a iniciativa em batalha
empunhando duas flechas em seu arco e as disparou contra a criatura,
antes mesmo que as tocassem surgia o Anão com seu Martelo já
brilhando o que mais parecia ser um ataque combinado. Então se ouviu
um segundo estrondo, aquilo era a voz monstruosa da criatura rasgando
os céus, se sentira dor, ainda não se sabia, contudo, pra ela
aquilo era a exata localização dos que a ameaçavam.
Então
todo o combate tomou forma, estavam todos ali prontos para a batalha
até mesmo a imensa criatura. Mais uma vez o Elfo toma a iniciativa
disparando mais duas de suas flechas na criatura, contudo, não
pareceu surtir efeito algum sobre sua pele grossa que mostrava ser
eficaz para proteção. Antes mesmo que o Anão pudesse fazer seu
movimento a Aranha mostrou não apenas possuir tamanho e força
mostrou-se veloz e em um ataque que de nada o Jovem Anão poderia se
resguardar foi ao chão. E um segundo estrondo rasgou os céus. Agora
com o que mais parecia um canto de vitória a criatura rugia para que
todos que ali presente estavam pudessem vê a dimensão de seu poder.
Com
um rápido movimento o Orc toma a frente do corpo já caído do Anão
no intuito de proteger a espera que o mesmo ainda respirasse. O jovem
Elfo Mihael ao vê a cena que se passava diante de seus olhos não
mediu esforços e também fez seu movimento:
-
Que
por estás mãos possa elevar todo o poder ao absoluto, toda a
criação surja diante de teu poder, que por Wyna toda a vontade se
manifeste. Luz Divina. Brilho dos céus. Espectum Luminus Trianctum
Maxima... PROTEÇÃO SUPERIOR!!! – Dita essas
palavras pelo jovem Mihael a noite não alcançava aquele local, a
escuridão que ali tomava de conta agora se manifestava pela luz
emitida pelas mãos do Elfo e surgia dos céus um ser coberto por uma
armadura translucida e se separou no ar dando espaço para o que mais
parecia ser uma invocação divina e contemplou o Guerreiro Orc
envolvendo-o como um manto celestial tornando-o assim um Guerreiro de
luz translucido.
Sem
demora vendo toda aquela manifestação que o chamara a atenção a
Criatura logo disparou mais um de seus mortais ataques, ao que até
então parecia, contra o Orc. O guerreiro de aguardou com receio e
imaginou se seria capaz de segurar tamanha emanação de poder. Ao
chocar-se contra sua proteção todo o chão estremeceu e uma cratera
se formou em sua volta, dali não se via mais o Orc, apenas aquela
gigante pata que tomou de conta de toda a cratera ali feita.
Vendo,
agora de cima, o Elfo aparatou nos céus e mais uma vez disparou uma
rajada de flechas contra a criatura que mostrou ter uma resistência
equivalente a seus ataques.
E
mais um estrondo cortou o silencio do céu, agora sob a pata da
aranha um brilho de luz emanava com grande intensidade, todo o chão
começou a estremecer e Aranha começou a ser alavancada do chão e
de lá surgia, agora com um sorriso no rosto, o Orc com seu antebraço
erguendo todo aquele peso. Não fora a criatura que havia feito a
cratera e sim o Orc emanando tamanho poder de proteção, não se via
um único arranhão em seu corpo ou até mesmo uma única gota de
suor que pudesse demonstrar fraqueza. Então surgia por trás do Orc
o que parecia ser mais uma vez o Anão, vivo, com marcas de sangue em
seu corpo, não parecia está em seu melhor estado, contudo nunca
havia se sentido tão vivo.
Os
quatro se entreolharam e sorriram e sentiram o arrepio em suas peles,
agora não de medo, dessa vez sentiram um arrepio de gloria, foi
quando o Orc disse:
-
Todos!!! Atrás de mim – Ele mostrou confiança naquele momento e
todos acreditaram, aquelas palavras pareciam mais uma marcha de
coragem dita por um general e assim o fizeram.
E
uma chuva de golpes foi disparada contra a Criatura e a mesma contra
aquele imenso paredão que era o Orc que mais parecia
intransponível. Os jovens lutavam de uma forma que uma musica
orquestra os seus movimentos, todos alinhados esperando a hora de se
encontrarem naquela sinfonia e realizarem seus melhores golpes e
assim se seguiu por mais um tempo até que com um único movimento o
Elfo, o Anão e o jovem Mihael se encontraram em seus caminhos e
juntos desferiram uma tempestade de golpes contra o alvo que mais
parecia indefeso naquele momento. O jovem Elfo correndo sumia
deixando suas pegadas e aparatava no ar disparando mais uma de suas
rajadas de flechas enquanto o Anão brandia seu martelo rodopiando e
acertando o alvo com um golpe que mais não parecia surtir efeito
tendo em vista o tamanho do monstro e o Mihael com agora suas mão
cobertas por flash’s de luz que emanavam até se tornarem trovões
e alcançarem a criatura que ao se deparar com demasiado ataque
arquejou de dor. Ao contrario do que imaginação a Aranha se mostrou
ainda mais forte e não sucumbiu ao ataque dos jovens e logo voltou a
desferir golpes sobre o Orc que de nada adiantava e gargalhava vendo
tamanho poder parar diante seus braços.
A
noite pesou sobre os guerreiros e após varias movimentos a luta
parecia não possuir fim, viram que não se tratava de uma criatura
qualquer, aquilo era algo mais, algo que se soubessem desde o inicio
talvez não estivessem ou não permanecessem para lutar. Se soubessem
que ali se tratava de “Godorar - Deus menor das Aranhas”, talvez
não repensassem suas atitudes. E assim se prosseguiu o combate, o
Orc parecia mais uma barreira impenetrável para Godorar e o jovem
Arduin seguia desferindo seus ataques, foi quando o Elfo sumiu diante
de seus olhos, não para suas frentes como de costume, o Elfo sumira
de vez. Por mais algum tempo seguiu a luta incansável, quando um
estrondo os chamara a atenção, seguido de um grande rugido de dor
de Godorar e uma explosão que vinha do alto manifestando-se com
labaredas de fogos que mais pareciam línguas vivas nas costas de
Godorar, foi quando os três se viram:
-
O Elfo! – Com um tom de preocupados pensando em qual insanidade o
mesmo havia feito dessa vez.
Aquilo
parecia não funcionar, Godorar se mostrou ser um real Deus Menor de
Arton e mesmo os vários disparos feitos pelo grupo não parecia
surtir efeito. Em mais um de seus movimentos interrompidos pelos Orc,
agora sem o Elfo (Só os Deuses sabiam o que o mesmo estava a fazer)
sincronizaram seus ataques que se mostrou mortal, entretanto, mortal
para um deles, Godorar parecia sentir os ataques realizados, contudo
aquilo não o desmotivou a continuar atacando e em uma falha de
movimento uma de suas patas encontrou o Anão que fora atravessado e
erguido no ar com sua pata encravada em seu corpo o que mais parecia
um troféu.
O
início do fim estava próximo, com a queda do jovem Anão, Mihael,
para poupar energia com um gesto de mãos dissipou a grande armadura
que envolvia o Orc deixando-o assim por sua conta e contando com a
própria sorte. A queda do jovem Arduin não desmotivou aqueles que
ali estavam, continuaram a disparar ataques continuamente assim como
também Godorar que agora sentia o suor escorrer por entre o corpo do
Orc que já mostrava sinais de sangue e cansaço. Depois de mais um
longo capitulo de movimentos e sorte também, tudo aquilo tomou outro
rumo, agora, a criatura começava a diminuir. Todos imaginaram que
estavam próximo do fim foi quando perceberam que a Criatura tomava
forma humanoide, o que mais aumentou o medo que agora estivera em
seus corações.
De
corpo curvado com aparência humana e com patas que surgiam de suas
costas, pele branca e uma cabeça que não possuía cabelo algum
tomou forma. Aquele era Godorar em sua forma humana. Os quatro se
entreolharam, foi quando o Elfo mais uma vez aparatou diante seus
olhos e Godorar deu as costas para seus inimigos que ali estavam.
Sentiram
que estava tudo acabado, a criatura estava fugindo, eles haviam
derrotado, foi quando o Elfo surgiu em sua frente disparando contra
Godorar que não teve chance alguma de esquiva, e quando menos
percebesse o Orc se erguia por trás com seu machado em mãos
rangendo os dentes para acerta-lo. Afastando-se dos que ali o
cercavam, agora mais atento que os que o ameaçavam ergueu um dos
braços e murmurou:
-
Celebre
a escuridão de sua vida, Crânio Voador de Vladislav –
Então duas caveiras tomaram forma no ar surgindo assim da escuridão.
Um calafrio passou por aqueles que ali presenciaram o que se deu a
seguir. Antes mesmo que se antecipasse do ataque o Orc viu a bizarra
forma que Godorar tomou, mudando sua face como se criaturas quisessem
se libertar de uma prisão espiritual em seu corpo.
Já
chocando-se contra os crânios que os atingia o Orc de peito aberto
sorrindo vira para o já normal Godorar e diz:
-
Mas forte bastardo. Isso é tudo que tem?!
Sem
pestanejar o Elfo se prontifica com mais duas de suas flechas
contando com a distração do Orc para atingi-las com precisão,
contudo Godorar já ciente de sua localização as desvia com êxito
como se não fossem nada. Virando para o Orc ergue dois de seus
braços e investe em direção a Greed, agora executando uma manobra
de combate corpo a corpo o qual o Orc não foi tão feliz quanto ao
primeiro ataque e lembrou-se do peso das palavras que citou a um
instante atrás. O Elfo mais uma vez some sem deixar rastros de sua
localização deixando assim o Orc junto do Mihael a sós com o
inimigo quando o mesmo se vê cercado e mais uma vez murmura palavras
e invoca o nome dela:
-
TENEBRA... Peço-te... Que
toda a escuridão caia diante os olhos de meus inimigos, CEGUEIRA! –
E tudo começou a ficar escuro, parecia que as trevas
haviam tomado suas visões, todos que ali estavam se viram apagar e a
luz se esvanecer de seus olhos.
Então
se passou um curto tempo, que mais pareceram ser horas sob a tensão
da criatura ainda está presente ali. Então se ouviram vozes,
algumas familiares já outras nem tanto e quando perceberam suas
visões começaram a voltar e diante de seus olhos longos cabelos
brancos sob um manto e uma voz atrevida que se mostrava vir de longe
de um rapaz que erguia em suas mãos um objeto estranho e se vestia
de maneira peculiar. Sabia-se que ali já não estavam mais em perigo
e a presença daquele homem de cabelos brancos passara total certeza
de que estariam seguros.
Aquela
noite ficou marcada para os que haviam sobrevivido, e como imaginaram
nem todos saíram vivos ou não saíram como havia entrado. Marcas
foram deixadas nessa batalha, marcas para o bem, para se fortalecerem
e se voltarem a encontrar quaisquer mal que possam juntos derrotar.
Pois nesta noite provaram que podem ser muito mais do que são.


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ResponderExcluirDiscordo ds marcas..u.u.. eu esquivei..u.u
ResponderExcluirLixo -.-'
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