segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

Sessão IV


SUCESSÃO DE ERROS


 Decidiram então partir para uma nova jornada. Desta vez deveriam se apressar para chegarem ao templo de Litz onde o velho Talude indicou ser a unica alternativa para que o mestre anão conseguisse voltar a vida. Aguardaram mais uma vez a passagem do dia , a noite uniram-se e planejaram o que viria ser o percurso da jornada, embora nenhum deles possuíssem o conhecimento necessário para tal.



   Informaram ao Mihael que mais uma vez precisariam de seus préstimos, para o uso de sua grande habilidade de transportar, cumprindo assim o curto prazo de 7 dias, para que o recipiente do anão ainda estivesse em bom estado, por assim dizer.
   Mihael assim como todos os mortos-vivos precisava de algo proibido para que permanecesse "vivo", e já faziam 2 dias que não se alimentava, já estava em seu limite. Poderia ter atacado algum aldeão, ou até mesmo um de seus companheiros, mas já havia jurado a si mesmo,que evitaria ao máximo fazê-lo.

   Seus amigos insistiram, e um pensamento tranquilizador passou em sua mente - Ora! pelo caminho poderia encontrar algo que pudesse lhe saciar,sem ter que colocar em risco a sua vida e a de seus companheiros - . Mais uma vez pediu para que Wynna lhe desse força e invocou um globo de luz que serviria de transporte para todos, titubeou um pouco, mas estava decidido a ajudar.
   Mas uma vez seus companheiros estavam em uma velocidade impressionante dentro daquele incrível globo de luz, mas este esforço custou muito caro e logo o globo se desfez jogando todos em direção ao solo.

    Logo estavam todos de pé, alguns ainda sorrindo pelo ocorrido, outros soltando urros de dor e retirando uma quantidade de pó considerável de suas vestes e boca. Porém um deles estava em silencio. O Mihael encontrava-se com os olhos fechados, e sua aparência agora lembrava a de uma uva passa. O conhecimento limitado de seus companheiros de nada poderia ajudar naquela hora, e por decisão de poucos, optaram por deixar o seu corpo ali mesmo.
   Sem aquela incrível velocidade para alcançarem o destino resolveram voltar a aldeia de Agor, e repensar os seu planos.

   O clérigo que acompanhava o grupo, Vëon, sabia o que havia acontecido com o seu companheiro de fardo e alimentou-se em uma ocasião, que não vai ser relatada por ter sido pouco proveitosa para co contexto geral da narrativa.

   Partiram para Malpetrim, pois a idéia de comprar um balão parecia algo promissor para todos, mas ao chegarem nas muralhas da cidade foram barrados pelo guarda do portão, que pediu que retornassem pela manhã.


   Justificaram a chegada a cidade naquela hora ao corpo já putrefato do anão que sempre acompanhava o grupo. O guarda se compadeceu da situação e resolveu abrir. Preocupado com  a reação do guarda ao ver o estado do corpo e o seu possível dono ( o fantasma anão), este resolveu esconder-se na muralha e pela primeira vez descobriu que podia atravessar a parede, e descobriu também pela primeira vez que o seu martelo não podia fazer isso.

   Enquanto o anão se descobria, o guarda abria o portão e deparou-se com  a falta de um dos integrantes do grupo e decidiu negar a entrada com medo de que fosse um golpe. Chamou reforço e logo a muralha estava repleta de arqueiros que faziam mira em todos eles. Alguns partiram e outros resolveram aguardar o amanhecer.

  Nem bem amanhecia e o Elfo ,o Meio-Orc e o Halfing foram em direção ao portão e mais uma vez pediram a passagem. A entrada foi conseguida através de uma batalha desleal entre o guarda e o Elfo escorregadio teleportador dos infernos capetísticos (mais conhecido como Batelfo). O objetivo ainda era conseguir um balão. Dirigiram-se a periferia da cidade onde encontraram o local procurado.

   O local era habitados por varios Goblins baloeiros que exibiam seus maravilhosos e gigantescos veículos. Após um pequeno desentendimento entre o Meio- Orc, o Elfo e os Goblins, foi sugerido pelo Halfing que deveriam sair de lá rapidamente, pois além da possibilidade de serem massacrados pelos goblins, estavam sem dinheiro para pagar a viagem.


   Por sugestão do mesmo Halfing, procuraram uma taverna e lá tentaram conseguir algum dinheiro com uma disputa de força entre um grandalhão frequentador e o Meio-Orc. Até então tudo ocorria bem, para o meio-orc, quando o Halfing decidiu que o dinheiro não seria suficiente e decidiu atacar a banca de apostas com um plano "mal elaborado" - Elfo distraia aquele pessoal ali - e prontamente o elfo colocou o seu plano em ação tirando dois bastões de fósforo e acendendo dentro da taverna, ocasionando assim uma costumeira briga. Cadeiras. garrafas e pessoas eram jogadas, em brigas paralelas  e logo  a banca e o grandalhão haviam desaparecido levando assim o dinheiro de todos.

   O elfo e o Halfing procuravam na multidão a banca e o meio - orc o seu atacante grandalhão, ainda na tentativa de concluir a sua batalha. porém já haviam sumido.

   Frustados e com muito pouco dinheiro resolveram tentar a sorte. Foram aos balões na esperança que ao encontrarem o Anão e o clérigo que voltaram para a aldeia eles tivessem recurso para bancaram a viajem de volta. Claro que isso ocorreu sob o protesto do Halfing que queria empregar a força do meio-orc em mais algumas batalhas,
 
   Partiram no balão, e em +/-  2 horas  já sobrevoavam a aldeia de Agor. O que não contavam era com a raiva irracional do Anão que ordenou que os arqueiros da cidade atacassem o balão ao avistar que "além dos seus companheiros" o veículo transportava  odiosos Goblins. A batalha foi inevitável e seu resultado já previsível.

Considerações:

Obs1.: Escondido dentro do cesto do balão existia uma balestra que era usado eventualmente pelo goblins para defender o balão ou para pilhar algum grupo despreparado, que foi usado por um deles na batalha.
Obs2.: Caso o ataque desse errado, ou o balão estivesse prestes a ser roubado, existia um plano B que envolvia uma bomba que explodiria o balão enquanto seus tripulantes escapariam.


Resumo:

* Um dos goblins atirou inutilmente no anão que foi atravessado mostrando assim sua verdadeira aparência como fantasma , que acabou espantando todos os guardas sob o seu comando.

* O Batelfo após varias esquivas dignas de New (matrix) falhou miseravelmente e teve seu peito rasgado pelas adagas de um dos goblins

* O Halfing após matar um dos tripulantes goblins, tentou inutilizar um outro que tentava desesperadamente acender o pávil da bomba, onde acabou acendendo o próprio após falhar miseravelmente em sua rolagem de dados

* O Meio orc após superar seu medo de altura realizou um ato heróico ao saltar do balão com o corpo do elfo em mãos antes que o balão explodisse. e acreditando que a culpa do ocorrido foi do anão o atacou e o destruiu.

* Todos decidiram saquear o corpo podre (muito podre mesmo) do anão e destruí-lo de vez.


Um comentário:

  1. KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK, rii muito...kkk, nao tinha olhado por esse angulo...kkk, agora acho que fosforos sao perfeitos para distraçoes... (nunca fique sem um..kk)

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